Logo após a coletiva em que anunciou que penduraria suas chuteiras de vez, dia 14 de fevereiro, o mundo foi bombardeado com textos e vídeos em todos os veículos de comunicação. Nesses, jornalistas e não jornalistas falaram sobre os feitos desse brasileiro bom de bola, mostraram os momentos da sua carreira com gols, dribles, lesões e sorridos largos com grandes dentes.
Tenho a honra em dizer que vi Ronaldo do começo ao fim. Do menino franzino e dentuço no Cruzeiro ao homem pouco acima do peso no Corinthians. De Ronaldinho a Ronaldo. Ele foi o atacante de Seleção... como eu gritei gol por causa desse "Gênio do futebol".O jeito com que ele parou, com dores no corpo, fora de forma, mostra que apesar de fenômeno, ele é humano também. E será que um dia vai nascer outro jogador assim? E será que queremos que exista outro jogador assim? Se aparecesse um “Ronaldo” por ano, não teria muita graça... seria igual uma copa do mundo a cada 12 meses. Uma coisa comum, normal. O raro é melhor, e essa raridade que atende como Ronaldo , eu digo com orgulho que vi, eu vi o melhor dos melhores jogar! Ronaldo deixando de vez os gramados é uma perda, e perder gera a vontade de “homenagear”. É quase uma necessidade demonstrar a importância dessa pessoa na nossa história. nossa geração se orgulha de ter visto um “craque” de verdade ao vivo, um legítimo camisa 9, por ter presenciado na prática o que é um fenômeno em forma de gente.

