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domingo, 28 de agosto de 2011

Fenômeno

Logo após a coletiva em que anunciou que penduraria suas chuteiras de vez, dia 14 de fevereiro, o mundo foi bombardeado com textos e vídeos em todos os veículos de comunicação. Nesses, jornalistas e não jornalistas falaram sobre os feitos desse brasileiro bom de bola, mostraram os momentos da sua carreira com gols, dribles, lesões e sorridos largos com grandes dentes.
Tenho a honra em dizer que vi Ronaldo do começo ao fim. Do menino franzino e dentuço no Cruzeiro ao homem pouco acima do peso no Corinthians. De Ronaldinho a Ronaldo. Ele foi o atacante de Seleção... como eu gritei gol por causa desse "Gênio do futebol".
O jeito com que ele parou, com dores no corpo, fora de forma, mostra que apesar de fenômeno, ele é humano também. E será que um dia vai nascer outro jogador assim? E será que queremos que exista outro jogador assim? Se aparecesse um “Ronaldo” por ano, não teria muita graça... seria igual uma copa do mundo a cada 12 meses. Uma coisa comum, normal. O raro é melhor, e essa raridade que atende como Ronaldo , eu digo com orgulho que vi, eu vi o melhor dos melhores jogar! Ronaldo deixando de vez os gramados é uma perda, e perder gera a vontade de “homenagear”. É quase uma necessidade demonstrar a importância dessa pessoa na nossa história. nossa geração se orgulha de ter visto um “craque” de verdade ao vivo, um legítimo camisa 9, por ter presenciado na prática o que é um fenômeno em forma de gente.

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